Como desfazer uma vitória
Não, o activismo LGBT não defende os homossexuais. Prejudica-os. Desde logo porque os impede de dar à sexualidade a dimensão que eles escolherem. E que pode ser nenhuma.
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Nunca de joelhos. Nunca em silêncio: é tempo de defender a democracia e a dignidade das pessoas LGBTI+
Ser hoje uma pessoa LGBTI+ em Portugal voltou a ser um acto de resistência. Depois de décadas de luta por direitos fundamentais, assistimos ao regresso de um clima que muitos julgavam definitivamente enterrado. Multiplicam-se as agressões, o discurso de ódio ganha espaço nas ruas e nas redes sociais e a extrema-direita sente-se cada vez mais legitimada para transformar seres humanos em inimigos públicos. O que está em causa já não é apenas a comunidade LGBTI+. O que está em causa é a própria qualidade da nossa democracia.
Oradea Pride proibido na Roménia, mas marcha vai avançar
A Câmara Municipal de Oradea (Roménia) proibiu a realização da Marcha do Orgulho pelo quarto ano consecutivo, invocando desta vez a alegada violação das “normas sociais de conduta e da moralidade pública”. A decisão, assinada pelo presidente da câmara Florin Birta, está a ser denunciada por organizações de defesa dos direitos LGBTQIA+ como discriminatória e contrária aos princípios europeus dos direitos humanos.
O maior estudo europeu sobre pessoas trans traça o retrato mais completo de sempre. O que revela sobre a Europa em que vivemos?
Saúde mental, discriminação, violência, acesso aos cuidados de saúde e reconhecimento legal da identidade de género. Um novo relatório da TGEU, baseado no terceiro Inquérito LGBTIQ da Agência dos Direitos Fundamentais da União Europeia (FRA), oferece aquele que é, até hoje, o retrato mais abrangente das experiências das pessoas trans na Europa. E deixa uma conclusão: quando os direitos são reforçados, a qualidade de vida melhora; quando são postos em causa, são as pessoas que pagam o preço.
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